domingo, 27 de janeiro de 2013

Tragédia em Santa Maria no Rio Grande do Sul

Tragédia em  Santa Maria no Rio Grande do Sul - Palavra do Grão-Mestre

Nesta Madrugada, como já fora divulgado por todos os meios de comunicação no Brasil e no mundo, uma grande tragédia se abateu sobre as famílias da Cidade de Santa Maria no Rio Grande do Sul, distante 300 km de Porto Alegre. O incidente ocorreu no interior da Boate Kiss, por volta das 02:30h da manha, uma tragédia sem precedente no Brasil. Jovens que assistiam ao Show do Grupo Gurizada Fandangueira, fez um show pirotécnico provocando o início do incêndio no teto do local. Cerca de 1.000 (mil) pessoas, a maioria jovens entre 16 e 20 anos, estavam no local naquele momento e aproximadamente 245 (duzentas e quarenta e cinco) vítimas fatais totalizaram o resultado do desastre. Todas as autoridades, municipais, estaduais e federais se mobilizaram para auxiliar as famílias e os locais onde os corpos foram alocados para reconhecimento; Santa Maria é um município de expressão no interior do Rio Grande do Sul, contando com um rede de saúde com seis hospitais e uma rede educacional com cinco universidades. A maioria dos jovens era de universitários. O prefeito decretou luto oficial por trinta dias. A Glomeb, através do seu Grão-Mestre, como não poderia deixar de ser, declara-se abatida com essa situação, uma vez que temos vários dos nossos irmãos naquela região e, portanto, nossos sobrinhos também estão por lá. Independente de vítimas maçons ou não, o constrangimento é geral e o sentimento de solidariedade extensivo a toda a sociedade, principalmente para aqueles que perderam seus entes queridos. Conclamo, de uma forma geral e irrestrita, a todos os Irmãos da Maçonaria, daquela localidade, que prestem auxilio a todos os afetados naquela tragédia. Convocamos, dentre aqueles que demonstrarem vontade de serem voluntários nesse socorro, os profissionais de saúde, da segurança, psicólogos, socorristas profissionais, a defesa civil e seus membros, todo profissional que possa dedicar seus préstimos para aquela população que neste momento está totalmente fragilizada. Decreto luto oficial na Glomeb Maçonaria Egípcia no Brasil, pelo período de sete dias, a contar desta data, devendo todas as nossas Lojas, em suas reuniões, magnas ou ordinárias, utilizarem uma braçadeira de cor preta por sobre o paramento, bem como uma fita de luto nos malhetes tanto do Venerável quanto dos Vigilantes. Nossas condolências a todos aqueles  que de qualquer forma foram afetadas pela perda da vida de seus entes queridos ou mesmo aqueles que estão com seus filhos ou parentes internados nos hospitais da localidade, para que tenham uma pronta recuperação. Que o Grande Arquiteto do Universo receba a todos em seu seio e console, pela fé, aqueles que se separaram dos seus entes queridos neste trágico domingo, 27 de janeiro de 2013. Tenho Dito. Helio Antonio da Silva é Grão-Mestre da Grande Loja Regular e Simbólica da Maçonaria Egípcia. Autoriza que se façam cópia deste mensagem e se distribua para tantos quantos possíveis, através de todos os meios de comunicação.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Mensagem de Natal e Final de Ano 2012

Mensagem de Final de Natal e Final de Ano do Sereníssimo Grão-Mestre da Glomeb

Saudações nas Três Pontas do Sagrado Triângulo!

Ao término de mais um ano de trabalho e com a proximidade das festas natalinas e de passagem, sinto-me orgulhoso e honrado por estar a frente desta grandiosa organização fraternal e maçônica. Tive a oportunidade de conhecer várias pessoas, maçons e profanos, os quais,  certamente não os teria conhecido se não fosse a maçonaria e a função que nela ocupo hoje em dia. Conhecer essas pessoas me fez crescer e muito, aprender e muito, todos esses pelos quais passei neste ano, aos quais não ouso nomear, para não cometer o erro de esquecer esse ou aquele, tamanha é a importância de cada um deles, tanto no conjunto quanto individualmente, todos somaram algo de bom a minha alma e por isso sou eternamente grato, tanto a eles quanto a maçonaria. Foi um ano, este de 2012, onde vimos, juntos, o crescimento da organização e das pessoas, participamos de inúmeras iniciações, elevações e exaltações, tantas e de tanta profundidade fraterna e filosófica, que a cada uma delas, após o cansaço natural e o sentimento do dever cumprido, sobrevém a certeza de que estamos progredindo muito naquilo que nos propomos a fazer: uma maçonaria universal, justa e inclusiva. Neste ano, saímos do Templo do Jardim Vivendas, da casa que serviu como local de iniciação de muitos dos nossos irmãos e nos instalamos na Galeria Bassit, no centro de São José do Rio Preto, em um belo e espaçoso conjunto, no qual edificamos nosso Templo, composto de uma Loja Simbólica e outra Filosófica, bem como instalações para a Administração, com a Grande Secretaria e Grande Tesouraria, além de outras repartições. Saímos do Bairro do Tucuruvi, na Capital de São Paulo e nos mudamos para o Bairro da Barra Funda, em localização mais privilegiada onde compartilhamos o atual espaço com Lojas da Glesp, Gop e do Gob, com os quais mantemos boas relações fraternas e lá instalamos a Loja Amon-Rá; consolidamos a fundação da Loja Cavaleiros Templários, na Cidade de Astorga no Paraná e lançamos os projetos para edificação de outras Lojas nos Estados do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, já para o ano de 2013. Acrescentamos ao Rito Escocês Antigo e Aceito, que já vinhamos praticando, o Rito Antigo e Primitivo de Memphis-Misraim, possibilitando que os nossos irmãos conheçam na teoria e na prática ambos os  ritos. Consolidamos nossa posição de associados-mantenedores de algumas instituições da mais alta seriedade: Fundação Abrinq, Casa do Maçom, Hospital Espírita IELAR de São José do Rio Preto e a AACD. Possibilitamos, aos nossos Mestres, os benefícios de assistência médica, odontológica e auxilio-funeral, estamos concluindo o convênio com universidades para o fornecimento do ensino à distância de vários cursos, principalmente gestão e tecnólogos, aos associados da Glomeb bem como seus familiares.Marcamos o início dos cursos filosóficos (altos graus) para este mês de dezembro, com a primeira turma do Grau 4 (quatro) já para o mês de janeiro de 2013. Obtivemos tantas outras vitórias, as quais somadas a estas das linhas acima, nos demonstram claramente: a Glomeb está no caminho correto! E tudo isso, somente foi possível através do trabalho árduo de todos os associados, voluntários em nosso trabalho de infraestrutura, todos juntos na mesma direção. Essas realizações, todas elas, me deixam extremamente satisfeito por estar a frente desta nobre assembléia de justos maçons. E é por causa deles que permaneço sempre forte, alerta, fraterno, em Pé e a Ordem, para servir cada vez mais a esta maravilhosa irmandade. Desejo a todos, do fundo do meu coração, aquele tradicional Feliz Natal e que no Ano Novo, todos tenhamos Paz Profunda, Vida Longa e Próspera, um Tríplice e Fraterno Abraço, são esses os votos deste vosso irmão, Helio Antonio da Silva.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Deuses do Egito Antigo: Amon



São atributos de Amon a imagem do disco do sol, os chifres e o flagelo (chicote) é representado por vezes, com uma cabeça de carneiro, por vezes com um rosto humano, às vezes tendo chifres de carneiro nascidos acima das orelhas. Geralmente na cabeça trás uma tiara adornada com penas e por vezes  o disco solar. Seus animais sagrados eram o ganso e o carneiro.

Até o início  do Reino Médio, Amon era apenas o deus local de Tebas que é originalmente o deus do vento e barqueiro, é por isso que às vezes é representado com uma cor de pele azulada, mas depois de passar os hicsos pelo Egito no início do Novo Império (1650 aC.), os príncipes de Tebas fizream dele o deus supremo do Egito livre. Os sacerdotes deram-lhe pouco a pouco os atributos dos outros deuses. Amon tornou-se uma divindade universal na dinastia XVIII, foi considerado o rei dos Deuses. A partir do XIX - XX ª dinastia Amon é visto como a representação do criador invisível que era a fonte de toda a vida no céu, na terra e no outro mundo. Ele se manifesta na forma de Ra. Também está associado com o deus Min para se tornar produtivo, criativo ou com uma outra divindade chamada de  Kamoutef, com o poder fálico. É como um Amenemopet ele vai todos os anos para o templo de Luxor, para se unir à deusa Ipet para garantir a eterna renovação dos ciclos naturais.

Sob a dinastia XII, os egípcios construíram um gigantesco  templo, que depois se expandiu e tornou-se tudo o que vemos nas ruínas colossais de Karnak e que é a maior estrutura religiosa jamais construída pelo homem. Chegamos ao templo por uma alameda ladeada por duas fileiras de carneiros. O carneiro foi dedicado a Amon; em  Tebas  comer um carneiro era  ingerir a representação viva do deus, portanto, apenas os Sacerdotes do Templo de Amon podiam se alimentar da carne do carneiro.

De acordo com antigas tradições, Amon se estabeleceu a partir do caos primordial, mas de acordo com as mais antigas tradições de Tebas, Amon foi criado por Thoth como um dos oito deuses primordiais da criação (Amém, Amenet, Heq, Heqet o Nun Naunet, Kau, Kauket).  A Esposa de Amon era Mut, "Mãe", o que parece ter sido o equivalente egípcio do arquétipo da "Grande Mãe". Seu filho era o deus da lua: Khonsu.

Quando estudamos os deuses do Antigo Egito, sempre é bom lembrar que eles variavam de grandeza, portanto de importância, conforme a época bem como a localidade onde eram adorados; muitos deuses locais ou regionais, passaram para a história como deuses de maior importância, isso talvez tenha ocorrido pela falta de informação concreta sobre os demais deuses ou da forma, como e quando as informações foram coletadas pelos arqueólogos, analisadas pelos egiptólogos e catalogadas  pelos historiadores. Alguns deuses, fizeram mais sucesso do que outros, principalmente por terem ganhado destaque junto ao cinema, livros e televisão.
Este blog abordará, nos demais textos, outros deuses do Antigo Egito, sempre destacando a sua importância para a respectiva região e época.

Shabits - Por que os museus colecionam?


Dos itens mais populares e mais onipresente do equipamento funerário egípcio antigo é a estatueta do pequeno servo  - ou shabti . A maioria dos museus, que tenha uma coleção egípcia, embora pequena,faz questão de  incluir pelo menos uma ou duas dessas figuras. No Museu de Manchester, no Reino Unido, temos mais de 1000 exemplares completos e outras tantas estatuetas fragmentárias. Todo este material esta sendo estudado por  especialistas em shabti, principalmente pelo Dr. Glenn Janes, egiptólogo que está preparando um livro que faz parte de uma série que pretende catalogar todos os museus ao redor do mundo que mantenha em suas coleções peças egípcias das estatuetas shabti. A pergunta principal é: - Por que shabtis são tão populares e por que tantos deles acabaram em coleções de museus?
A principal razão é simplesmente. São tão populares porque foram produzidos em número espantoso pelos egípcios antigos. As estatuetas apareceram pela primeira vez em enterros do início Reino Médio (c. 2000 aC), quando apenas um ou dois exemplares foram enterrados com o falecido. Este aumento ocorreu em pequeno número até que no período tardio saltou de alguns poucos exemplares em cada túmulo, para 401 estatuetas para cada falecido. Isto incluiu um "trabalhador" para cada dia do ano, além de shabti um extra 'supervisor' para cada grupo de 10 (365 + 36 = 401). A maioria destes shabtis posteriores são estatuetas pequenas e feitas grosseiramente,como exemplo aquelas que são encontradas nos vários cemitérios espalhados pelo deserto no Egito. Shabtis continuaram a ser produzidos no período ptolomaico (310-30 aC). Dada a importância de incluir figuras de trabalhadores em enterros em um período de dois milênios, não é surpreendente que tantos exemplares sobreviveram até encontrar seu caminho em museu e inúmeras coleções particulares. Esta é a resposta para a segunda questão.
(a matéria completa voce encontra em http://www.glomeb.com.br/egiptologia_69.html)
 
(foto da frontispício do Museu de Manchester, no Reino Unido, onde encontramos uma imensa e catalogada coleção de Shabits)

 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

GLOMEB RECEBE HOMENAGEM DA UBK


A GLOMEB recebeu no último dia 05 deste mês de dezembro (2010) uma importante homenagem da Associação UBK (União Brasileira de Karate-do no Brasil) que destacou a Maçonaria Egipcia como uma importante parceira no projeto daquela entidade que tem como finalidade levar a filosofia do Karate-do para crianças menos privilegiadas. A GLOMEB apoiou a viagem daqueles atletas para os EUA onde representaram o Brasil e trouxeram mais de 20 medalhas, vitória não só do esporte mas principalmente do Guerreiro-Social Mestre Ubiratan que representa o espírito imortal do Samurai encarnado, agora, com a finalidade de promover a fraternidade para com os menores carentes. Sentimo-nos honrados em receber essa homenagem e o troféu será por nós guardado com muito respeito e carinho e ficará para a posteridade como exemplo da necessidade e importância da participação da Maçonaria em todas as frentes sociais.

domingo, 20 de junho de 2010

Iniciação em Templo

Foram iniciados 11 (onze) novos membros que compareceram à Sede da GLOMEB, na Cidade de São Jose do Rio Preto, Estado de São Paulo, no dia 29 de maio deste ano. A Solenidade Ritualística contou com a participação do Sereníssimo Grão Mestre Helio Antonio da Silva e Irmãos Maçons de outras potências. A próxima iniciação está marcada para o última sábado do mês de agosto/2010 às 10:00h. Os irmãos interessados deverão preencher a ficha de iniciação e encaminhá-la para a administração da GLOMEB até o dia 15 de julho. Após a iniciação será servido um tradicional almoço aos participantes.

Visita ao Egito

Estou com retorno marcado para o Brasil nesta data, sendo que desde o dia 04 de junho estou em terras da República Árabe do Egito, onde pude encontrar irmãos da Maçonaria Egípcia e companheiros rotarianos.