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terça-feira, 9 de junho de 2015
IBEMAC
O Instituto Brasileiro de Ensino Maçônico IBEMAC é o curso mais indicado para aqueles que querem realmente conhecer a filosofia da Maçonaria;É verdade que na internet é possível encontrarmos mais de uma dúzia de cursos on line que se intitulam como "curso de maçonaria" porem até o momento o IBEMAC é o único curso à distância, sobre o tema maçonaria que ganhou destaque dentre as lojas maçônicas e o aval da Grande Loja e do Grande Oriente; a maioria das lojas, atualmente, preferem admitir candidatos que já tenham passado pelos três níveis do curso oferecido por aquele Instituto. Para saber mais sobre o curso basta visitar o site da escola que é www.ibemac.com.br clicando neste link e indo direto para a página. No curso o aluno estudara sobre os três graus da maçonaria, aprendiz, companheiro e mestre maçom; fará uma prova ao final de cada um dos graus e deverá obter média final igual ou superior a cinco para obter o certificado; o curso ainda oferece a carteira de estudante, conta com material de apoio semanal e um orientador que é mestre maçom para esclarecer as dúvidas dos alunos durante o período do curso que é geralmente de três meses. Nós recomendamos.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
O MUNDO SECRETO
O MUNDO SECRETO
PARTE 1 - Para uma compreensão do mundo das sociedades secretas
Por Remi Boyer
A sociedade secreta constitui um fenômeno universal. Presente desde a antiguidade, manifestando-se em todos os domínios da vida, quer seja a esfera política, a esfera econômica, a esfera militar, científica, religiosa, artística, notadamente literária, ou nesta que nos concerne a esfera da Tradição e do Ocultismo(1). No domínio político por exemplo, muitos dos movimentos políticos internacionais são nascidos nas antessalas onde alguns obscuros desconhecidos se reúnem para mudar o mundo. No domínio artístico, certos círculos surrealistas funcionaram como sociedades secretas. A sociedade secreta empresta formas múltiplas, mais ou menos adaptadas aos tempos e aos espaços em que estão inseridas. Das crianças aos velhos, todos os elementos de nossas sociedades fizeram, ou ainda farão uso de uma sociedade secreta.
A sociedade secreta constitui o vetor habitual de manifestação do mundo do ocultismo, da Tradição, da Iniciação. Este mundo se interpenetra com todos os registros de expressões da natureza humana. O sublime costeia o medíocre, o vulgar costeia a beleza, o horror, a verdade, a mentira, o conhecimento, em um paradoxo vivo que permite a emergência do Ser.
O Divino eleva-se mesmo no meio do vício. A fascinação do humano pelo secreto, sua tendência natural à auto-alucinação e ao maravilhoso recobriram a noção de sociedade secreta (SS) de um verniz de superstição e de crenças que tornam sua compreensão difícil. Nossa época moderna, pela multiplicidade de SS de pretensão iniciática, cujo exame demonstra não serem, nem secretas, nem iniciáticas, gerou uma confusão sem precedentes sobre o cenário já obscuro do ocultismo e atraiu a atenção, entre outros de pesquisadores tradicionais ou universitários (2), do grande público e dos jornalistas, como dos serviços governamentais da maior parte dos estados (3).
Tentaremos aqui fornecer alguns elementos de discriminação as numerosas pessoas que se interessam pelo ocultismo, tradições, ou mais frequentemente pelas SS, afim de colocarem-se em condição de passar da confusão ao discernimento. A confusão permanecerá malgrado tudo, no geral e no particular, neste domínio, porque sem dúvida é ela indispensável para dissimular algumas SS de características verdadeiramente iniciática e desqualificar a massa dos curiosos ou dos desequilibrados que são atraídos por este tema. Citemos Lança del Vasto que descreveu perfeitamente a situação no prefácio do livro de Louis Cattiaux :“Le Message Retrouvé” (A Mensagem reencontrada):
“A conjuração dos imbecis, dos charlatões, e dos Sábios foi perfeitamente bem sucedida. Esta conjuração teria como objetivo de esconder a verdade. Uns e outros serviram esta grande causa cada um segundo seus meios; os imbecis por meio da ignorância, os charlatões por meio da mentira, os Sábios por meio do segredo.”
Nossa intenção é de fornecer àquele que procura não a felicidade, mas a libertação, o despertar, alguns índices suficientes para detectar as pistas autênticas como as vias sem procedência, e tirar proveito dos erros que não deixará de cometer, como todos os questores autênticos fizeram antes dele.
Ensaio de definição da sociedade secreta
Não será possível fornecer uma definição precisa e satisfatória de sociedade secreta. Diremos simplesmente que a sociedade secreta, no domínio tradicional, se caracteriza, não pelo segredo, não pelo caráter fechado ou clandestino, mas pelo rito. Entendemos por rito, a existência de um corpo doutrinal e de uma praxes iniciática. Esta não implica necessariamente de práticas rituais como temos, por exemplo, nas sociedades maçônicas, cavalheiresca, rosacrucianas.
Conhecidas, sobretudo pela presença de uma técnica do despertar, de libertação, precisa e verificável, veiculada no geral por um corpus doutrinal exprimido em um modelo de mundo particular no centro de origem da sociedade ( Hermetismo, Martinismo, budismo, shivanismo).
Semelhante definição restritiva, mas consoante com a Tradição, eliminaria a quase totalidade das autodenominadas sociedades secretas desconhecidas, por sinal, muito conhecidas.
Examinaremos, portanto o conjunto destas que são geralmente recobertas pela expressão “sociedade secretas”, à saber, toda organização que se apresenta como espiritual, esotérica, ocultistas, tradicional, iniciática, ou toda outra qualificação análoga.
Iniciação e sociedades secretas
Todas as sociedades secretas tradicionais se pretendem iniciáticas. Bem poucas as são, a maior parte entre elas assumem outras funções que não a iniciática, funções que apresentaremos posteriormente. A noção geral de iniciação envolve de fato vários níveis de lógicas, onde algumas não tratam de Iniciação em seu sentido esotérico.
Neste último sentido, a Iniciação é uma questão técnica. Trata-se da conquista de estados de seres não humanos, ou mais que humanos (4), ativando de fato e em realidades estes centros, chamados estrelas em certas escolas, rodas em outras, e mais frequentemente de chacras, antes de proceder à uma série de separações (do corpo saturnino do corpo lunar, depois do corpo mercurial, até o corpo solar segundo o hermetismo) para a constituição final do corpo de glória (ou corpo crístico ou corpo arco-do-céu, etc...), atividade colocada em obra e desenvolvida por técnicas precisas, freqüentemente perigosas, de chamada de si, de alta magia, de alquimia interna, técnicas de acesso ao Ser ou Absoluto.
Aqui, a definição, ainda conforme a tradição é restritiva. Rejeitaremos a conhecida crença segundo a qual a “vida é iniciação”. Isto é sem dúvida verdade, mas necessitaria tratar-se de uma vida totalmente consciente e unificada. Sobretudo, este é um dos argumentos colocados antes por aqueles, muito numerosos, que inventam todo logro nos autodenominados sistemas iniciáticos com cadeias sucessórias remontando à antiguidade. Em um sentido mais largo e, entretanto mais aceitável iniciação é a ciência da mudança.
A verdadeira mudança, isto é a passagem de um nível lógico à um nível imediatamente superior comporta uma mutação, um salto, uma descontinuidade ou transformação, do mais alto interesse teórico, e da mais alta importância prática, porque permite deixar um mundo reconhecido como sombra, para entrar em um outro, mais “real”, mesmo que ele não seja a “Realidade”.
Os níveis lógicos devem ser reconhecidos e rigorosamente separados se desejamos evitar a confusão e usar do paradoxo para mais tempo de compreensão. Heráclito já havia ressaltado “a estranha interdependência dos contrários” que chamava de enantiodromia.
Quanto mais uma posição é extrema, mas é provável uma enantiodromia, uma conversão em seu contrário. A história das sociedades secretas é rica em comportamentos enantiodrômicos . De fato, na ausência da técnica real de iniciação, o indivíduo fica na impossibilidade de se elevar ao nível lógico (ou a-lógico) superior, passa a oposição de sua posição inicial. Ocorre que passar de um sistema à seu oposto não é uma mudança.
Isto ilustra, teoricamente, o mito ocidental segundo a qual, o iniciado deve se colocar para além das duas colunas opostas, situadas na entrada do santuário. Resulta disto que o iniciado que deve passar de um mundo “A” à um mundo “B”, imediatamente superior, somente saberia encontrar aquilo que produz a passagem no mundo “A” ele -mesmo, daí a necessidade de uma ingerência do sistema “B” no sistema “A”. Motivo, igualmente, da importância do discernimento, na verdade da sagacidade, no candidato à iniciação.
Esta noção de ingerência se exprime perfeitamente nas estruturas piramidais das SS, e na articulação natural que existe entre os três grandes tipos funcionais de SS
Fonte:
http://rosacruzes.blogspot.com.br/2014/09/o-mundo-secreto.html
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Dia do Maçom
20 de AGOSTO de 2014 – Comemoração ao Dia do Maçom Brasileiro
Palavra do Sereníssimo Grão-Mestre Helio Antonio da Silva em referência ao dia do Maçom comemorado no Brasil.
Na posição de Ser.’. Gr.’. M.’. desta Grande Loja Regular Simbólica da Maçonaria Egípcia no Brasil, tenho obrigações políticas e ritualísticas para com o “povo maçom” que nos rodeia, nos ouve, nos lê ou nos assiste ou ainda nos acompanha pelos vários canais sociais aos quais temos acesso. Dentre essas obrigações da função de Grão-mestre considero que todas são capazes de me proporcionar grande satisfação pessoal, porem umas causam mais satisfação do que outras. É justamente nesta data onde encontro uma dessas satisfações que por si só são maiores. Somos maçons porque gostamos; ninguém nos obriga a isso, ninguém nos leva “a pulso” até a loja e não há quem nos faça participar de uma convocação ritualística obrigados, exceto pela força do Grande Arquiteto do Universo que, cremos, conduz nossa vida. Acredito que a GLOMEB tem muito a comemorar neste dia 20 de agosto, uma vez que é o berço de centenas e talvez milhares de novos maçons; berço e casa; casa onde o sonho se concretiza e o desejo se abriga; sonho realizado, tanto deste Sereníssimo quanto do candidato; Sereníssimo que um dia sonhou fundar uma potência para realizar sonhos daqueles que se sentiam maçons mas não tinham uma casa que os abrigasse e os reconhecesse como tal; candidato que se torna maçom e que, entra e sai, para cá e para lá, mas nunca deixa de ser maçom. Cada um daqueles profanos que por aqui passaram e se metamorfosearam em maçons contam um pouquinho da nossa história desde a fundação, passando pela sustentação até atingirmos (que não é agora) o nosso apogeu. Essas inúmeras “peças do quebra-cabeças” chamado Maçonaria ou chamado GLOMEB se misturam e se confundem e se espalham, hoje e dia, pelo Brasil todo, são inúmeros irmãos e irmãs, tios e tias, cunhados e cunhadas, todos irmãos entre si e filhos órfãos da mesma viúva: a Maçonaria. Se hoje comemoramos o dia do maçom no Brasil, se temos um passado cheio das glórias desde a independência até a libertação dos escravos e tantos outros movimentos sociais, não podemos apenas nos vangloriar disso e vivermos no passado. Devemos viver no presente, avaliar qual a luta social devemos abraçar nos dias de hoje e quais os reflexos que terá no futuro. Sobretudo, temos uma causa mais premente de todas: a união de todos os maçons em torno de uma só maçonaria. Chega de GOB, GLESP, GLOMEB, GOP, GOESP e tantas outras abreviaturas que só fazem, mesmo, abreviar a nossa fraternidade que deveria ser expandida em direção ao irmão da outra potência; Lutemos, todos juntos, para que no Brasil possamos ter, sabe Deus quando, a verdadeira união de todos nós em um só corpo. Essa é a verdadeira luta dos tempos atuais. A Maçonaria precisa se encontrar ou se reencontrar, pois em algum momento da história ela se perdeu; perdeu dos seus rituais, perdeu dos seus ideais, perdeu do seu núcleo o espírito máximo de união e se fragmentou, curvando-se a uma incessante e oculta força destruidora que, primeiro nos dividiu, para depois nos conquistar. E nós, muitas vezes ingênuos, fazemos o jogo de tal força oculta e nos deixamos fragmentar ainda mais, dentro da nosso potência, das nossas lojas, dos triângulos, dos grupos de estudos, enfim, de toda agremiação maçônica sempre surge um descontente que entende ser mais fácil sair e fundar outra potência, outra loja, outro triângulo etc ao invés de auxiliar na reconstrução daquele que já existe. Com esse espírito certamente não chegaremos a lugar algum, teremos duplicado ou triplicado um número espantoso de lojas sem base, sem critério e sem união. Depende somente de nós, irmãos e irmãs da maçonaria, decidirmos qual o destino teremos, se seremos unidos e fortes, reconhecendo como tal o nosso irmão, ou se seremos fragmentados e fracos, vítimas do nosso próprio ego. Lembremos, a todo instante, que a sociedade precisa cada vez mais de nós, que somos praticamente o último bastião da resistência da solidariedade e da fraternidade e, se perecermos devido a nossas divisões internas, perecerá com o passar dos anos, mais facilmente toda a sociedade na qual estamos inseridos. Ao findar este discurso, meu voto, outro não poderia ser, exceto o de conclamar a todos os maçons para que se unam, independente das vontades dos seus Grão-Mestres se esses os proíbem, pois acima, da vontade da cúpula está o Maçom representado por cada um de nós. Unidos somos mais fortes. Unidos somos mais do que maçons. Unidos somos a Maçonaria. Tenho Dito!
domingo, 20 de junho de 2010
Visita ao Egito
Estou com retorno marcado para o Brasil nesta data, sendo que desde o dia 04 de junho estou em terras da República Árabe do Egito, onde pude encontrar irmãos da Maçonaria Egípcia e companheiros rotarianos.
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